domingo, 22 de janeiro de 2012

Casal Dona e Doutor no Mistura Certa


Éramos um casal iniciante e tivemos a nossa primeira ida a uma casa de swing, em uma antiga casa do centro da cidade. Na época não aconteceu muita coisa, a não ser pelo estresse que houve com o excesso de solteiros num dia de cerveja liberada - provavelmente o excesso de solteiros se deu mais pelo fato deles estarem mais soltinhos do que o costume, os deixando mais liberados pra avançar sinais -. Chegamos depois a ir em outras duas casas diferentes, onde numa delas, fizemos sexo em uma sala escura, onde haviam outros casais e nas duas vezes. Não passou disso.

Depois de um ano, devido a um acidente com o Doutor, e com o fato de ultimamente não termos tido muito
tempo um para o outro por causa de trabalho, decidimos então tirar uma folga na primeira casa de swing que havíamos ido. O nosso tesão estava à flor da pele. Queríamos dar uma bela transada com um monte de paus e bucetas à nossa volta, e quem sabe até mesmo, com o calor do momento, entrarmos numa grande suruba.

Chegamos lá, e uma moça muito gentil nos apresentou o local, que havia sido reformado, e com o passar dos ambientes vimos que a casa realmente deu um salto incrível e que as possibilidades do que poderia acontecer ali nos era bastante agradável. Sentamos um pouco e a Dona pediu uma bebida para descontrair. Dançamos e quando já estávamos explodindo de tanto tesão, devido as mordiscadas no pescoço dela e a rebolada no pau dele, resolvemos ir em direção ao camão.

Chegando lá, vimos dois casais em cima da cama, num bolo que não dava pra entender muito bem. Era a mulher chupando outra mulher, que chupava um cara, que olhava para um casal que estava inteiragindo excitadamente com a primeira mulher. Os nossos corações bateram forte e ficamos apreensivos com o que poderia acontecer à partir dali. Haviam outros 4 ou 5 casais que estavam só olhando também. Logo em seguinte surgiu um casal que foi para um canto e a mulher começou com um boquete, para logo em seguida levantar e puxar o pau do seu homem pra sua buceta. A coisa parecia esquentar a cada instante. A iluminação era perfeita, fazia com que os casais que não nos eram tão atraentes, sexualmente excitantes. Os gemidos vindos dos casais nos excitava ainda mais. O casal do canto aumenta o ritmo. O homem está comendo a sua mulher por trás que parece delirar mais a cada bombada. Observamos no bolo que estava em cima da cama, uma mulher muito gorda transando com um cara muito magro, mas essa visão não nos deixou com menos tesão, muito pelo contrário, a mulher jogou o cara em um banquinho e começou a rebolar gostoso na pica dele. Incrivelmente a cena nos deixava com mais tesão ainda. Aquele clima de bacanal era uma loucura e só conseguíamos ver aquilo. Voltamos para a pista de dança e pegamos uma bebida, para depois irmos ao labirinto, esperando que as coisas estivessem ainda mais quentes.

No labirinto, haviam uns casais se agarrando. Logo ao chegarmos lá havia um casal em um canto com o homem com a mão por debaixo da saia da mulher, a masturbando. E chegando ao final, havia um grupo de uns 6-8 casais se amassando. Mas tudo muito perto, sem muita interação e praticamente nenhuma iluminação. Realmente a cama do baco era o local quente da casa. Pelo menos até onde pudemos ver. E para lá nós fomos, para libertar o nosso tesão acumulado.

Arrumamos um canto perto do espelho que existe na sala da cama. A Dona foi logo puxando o corpo do Doutor para cima dela, a imprensando contra a parede. O Doutor retribuiu com um beijo gostoso e com a sua mão por cima da calcinha dela, que a essa altura já estava completamente encharcada. Em seguida, com ela não aguentando mais, começa a abrir a calça dele, que a pega e a coloca em cima da cama para chupá-la. Existiam outros casais que já estavam deitados na cama, transando, e aquela visão do que ocorria ao lado da Dona, juntamente com o Doutor passando aquela língua quente e gostosa na sua xana, a fizeram entrar num êxtase como nunca havia sentido antes, e ele logo ficou todo lambuzado com o seu caldinho. Ela começa a sentir vontade de gozar muito rapidamente, mas como aquele momento era para ser apreciado, o Doutor pára e ela começa a chupar o seu pau duro, que latejava diante dessa cena toda. Logo logo ele a colocou de quatro, em cima da cama e começou a socar o seu pau, fundo na sua buceta.

Ela sentia aquele pau, da cabeça até o corpo, roçando por dentro dela. Enquanto isso, observava os casais ao lado e os paus duros e bundas muscolosas dos rapazes próximos. O doutor via uma paisagem de mulheres sendo comidas de quatro. Bundas redondinhas e perfeitas recebendo o tratamento que mereciam. Realmente estávamos em um local privilegiado.

Enquanto torcíamos para que algum casal se aproximasse da gente, a Dona fica de barriga pra cima e o Doutor levanta as suas pernas e começa a bombar ainda mais fundo. Ela que já estava desacostumada com pica, volta a sentir aquela dorzinha gostosa no fundo dela. E o ritmo vai aumentando, assim como os gemidos da Dona que passa a observar um pau que estava sendo deliciosamente chupado logo ao lado. O Doutor chega perto dá um beijo longo e a incentiva a olhar ainda mais, que não era pra ter vergonha pois estávamos lá para isso também. Depois disso não dura muito e nós gozamos em meio a outros casais. O som que vem deles nos ajuda a aumentar ainda mais o nosso prazer naquele momento.

Apesar disso tudo, não tinha sido totalmente perfeito. Não chegamos a nem encostar em outras pessoas. Não sabíamos como fazê-lo e por isso, torcemos para que houvesse mais casais experientes e atiradinhos. Então fomos para um segundo round no labirinto, que por ser mais apertado, havia mais chances de interação.

Ao entrarmos lá, fomos logo em direção ao local em que sabíamos que já havia uma aglomeração. Arrumamos um espaço pra gente, e o Doutor começa a tocar a Dona. E vemos em seguida um moreno de pau enorme colocando camisinha e se preparando para comer uma mulher gostosíssima. Cena linda e um monte de casal parado olhando. Enquando outros estavam transando dentro das cabines só dando pra ver o movimento das bundas masculinas em direção a pernas levantadas pro alto, calçando scarpins e sandálias de salto. A mulher que estava sendo comida pelo morenão começa a gritar que estava prestes a gozar. Entramos numa das cabines e o Doutor coloca o seu pau pra fora para e Dona começar a chupar. Havia um outro casal ao nosso lado, com o homem de pau pra fora, e não dava pra ver muito bem o que a mulher fazia, só que eles pareciam conversar algo. De vez em quando aparecia algum outro casal pra nos olhar, e o Doutor coloca a Dona pra cavalgar em cima dele.

Emquanto ela fazia movimentos de cima pra baixo, alternando com outros de frente, pra trás, ele levanta a saia dela para que pudessem ver a sua bunda. Ele sentia ela roçando por cima de suas bolas e via as pessoas olhando pra bunda de sua amada. Mas infelizmente a posição não era muito confortável e mudaram para a mesma configuração dos outros casais, nas outras cabines. Com ela descansando as pernas na parede e ele metendo nela, em um banco na mais ou menos na altura de sua cintura.

Ele vai metendo devagar, para que se aproveitasse o máximo daquele tempo, ora enfiando só a cabeça, ora enfiando tudo. Ele rebolava por dentro dela enquanto outros casais expiavam pela porta, enquanto a mulher do casal ao lado começa a chupar o seu homem e a ser dedada pelo mesmo. Ficamos desse jeito por pelo menos uns 10 minutos. A Dona não aguenta de tanto tesão e goza. Logo depois o Doutor também. E quando eles saem do labirinto, já não haviam mais tantas pessoas assim no local, tendo todos ido pro camão.

A nossa noite já estava no fim e o nosso tesão havia sido satisfeito. Apesar de não ter acontecido nada de mais radical - pois não havíamos participado de fato de uma suruba com diversos casais - chegamos a conclusão de que aquela tinha sido a nossa melhor noite numa casa de swing e que com certeza não deveríamos a demorar a retornar. Era necessário termos mais experiências.

sexlog do casal: sexlog.com.br/donaedoutor



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